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Neuromodulação em Belo Horizonte

A neuromodulação reúne técnicas que atuam sobre a atividade do sistema nervoso, com o objetivo de influenciar o funcionamento de determinadas redes cerebrais.

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É uma abordagem que pode ser utilizada como parte do cuidado de diferentes condições neurológicas e psiquiátricas, de acordo com a avaliação clínica e as necessidades de cada pessoa.

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Por meio de técnicas não invasivas, como a estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS), é possível modular a atividade de regiões cerebrais envolvidas em funções como atenção, memória e regulação emocional.

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O tratamento é individualizado e sua indicação depende de uma avaliação profissional.

​Em quais situações a neuromodulação pode ajudar?

Dificuldades persistentes de atenção, alterações de memória e outras condições que afetam o funcionamento cognitivo podem exigir diferentes estratégias de acompanhamento.  A neuromodulação pode ser considerada como uma intervenção complementar em situações específicas, sempre levando em conta o diagnóstico, as evidências disponíveis e os objetivos terapêuticos.

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01 - Avaliação inicial

O atendimento começa com uma conversa sobre os sintomas, o histórico de saúde, os tratamentos anteriores e as dificuldades que motivaram a busca pela neuromodulação.

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02 - Definição da abordagem

Com base na avaliação, são analisadas a indicação da técnica, as possíveis contraindicações e as necessidades individuais. Quando apropriado, é elaborado um plano de intervenção.

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03 - Sessões de neuromodulação

Na tDCS, por exemplo, eletrodos são posicionados sobre o couro cabeludo para aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade, seguindo parâmetros definidos para o procedimento. A pessoa permanece acordada durante a sessão.

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04 - Acompanhamento dos resultados

Ao longo do processo, são observadas a resposta individual, possíveis efeitos adversos e mudanças nas funções trabalhadas. A continuidade do tratamento é reavaliada conforme a evolução.

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O número de sessões e a duração do acompanhamento variam conforme a técnica, a indicação clínica e a resposta de cada pessoa.

Etapas do atendimento

01

Avaliação Inicial e Entendimento do Problema

O atendimento começa com uma conversa sobre os sintomas, o histórico de saúde, os tratamentos anteriores e as dificuldades que motivaram a busca pela neuromodulação.

Definição da abordagem

02

Com base na avaliação, são analisadas a indicação da técnica, as possíveis contraindicações e as necessidades individuais. Quando apropriado, é elaborado um plano de intervenção.

03

Sessões de neuromodulação

​Na tDCS, por exemplo, eletrodos são posicionados sobre o couro cabeludo para aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade, seguindo parâmetros definidos para o procedimento. A pessoa permanece acordada durante a sessão.

04

Acompanhamento dos resultados

Ao longo do processo, são observadas a resposta individual, possíveis efeitos adversos e mudanças nas funções trabalhadas. A continuidade do tratamento é reavaliada conforme a evolução.

O número de sessões e a duração do acompanhamento variam conforme a técnica, a indicação clínica e a resposta de cada pessoa.

Terapeuta e paciente

O que a neuromodulação busca trabalhar?

tdah

A neuromodulação atua sobre a atividade de circuitos cerebrais envolvidos em diferentes funções. Os objetivos da intervenção variam conforme a condição clínica e a técnica utilizada.

1. Atenção: Modulação de redes relacionadas à concentração e ao controle da atenção.

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2. Memória: Investigação de possíveis efeitos sobre processos de aprendizagem e memória.

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3. Funções executivas: Atuação sobre circuitos relacionados ao planejamento e ao controle de respostas.

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4. Regulação emocional: Aplicações específicas em circuitos associados ao humor e às emoções.​

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